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Segundo o professor Walter Pfeil, em seu livro Cimbramentos, publicado em fevereiro de 1987, “Denominam-se cimbramentos ou cimbres as construções provisórias destinadas a suportar o peso de uma estrutura permanente durante sua execução e até que a mesma se torne autoportante. Os cimbramentos são, também, correntemente chamados escoramentos, embora esta denominação se aplique, com mais propriedade, aos cimbramentos constituídos basicamente por montantes e escoras. ”

Já a NBR 15696:2009 define escoramentos como: “estruturas provisórias com capacidade de transmitir às bases de apoio da estrutura do escoramento todas as ações provenientes das cargas permanentes e variáveis resultantes do lançamento do concreto fresco sobre as fôrmas horizontais e verticais, até que o concreto se torne autoportante. ”

Atualmente o termo cimbramento é menos utilizado que o termo escoramento. Este último é usado de maneira abrangente, independentemente do tipo de escoramento que será adotado na obra.

Portanto, podemos dizer que o escoramento é uma estrutura provisória composta por um conjunto de elementos que apoiam as fôrmas, que por sua vez sustentam o concreto ainda fresco de vigas e lajes, suportando as cargas atuantes (peso próprio do concreto, movimentação de operários e equipamentos, etc.) e transmitindo-as ao solo ou ao pavimento inferior. Deve ser dimensionado em função da carga a ser transferida, do pé-direito e da resistência do material utilizado. Precisa ter rigidez suficiente para assegurar que a integridade dos elementos estruturais não seja afetada.

Deve permanecer montado até que os elementos de concreto adquiram resistência suficiente para suportar, ao menos, o peso próprio da estrutura.

É composto, basicamente, por:               

CIMBRAMENTO / ESCORAMENTO

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